Seita das Feridas Abertas - Multitribal

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Seita das Feridas Abertas - Multitribal

Mensagem por Narrador em Qua Out 22, 2014 4:00 pm

“Nós Somos garous, somos criaturas que vivem emoções intensas.  Somos como uma verdadeira bomba relógio prestes a explodir.
Criaturas, nascidas da vontade de gaia, criaturas onde gaia depositou toda sua emoção.
Quando amamos, amamos de verdade, quando sofremos, sofremos de verdade, quando nos apaixonamos, nos apaixonamos de forma intensa. Somos perfeitos e imperfeitos, capazes de guardar o ódio e rancor em nosso peito por muito, muito tempo.”
–Emilie Enöugh, Filho de Gaia Ativista do campo Ataque Eminente-


Por todo Território Russo tem-se a ciência de Seitas Garous, em especial as tribais, em rivalidade, lutando em suas constantes guerras que duram centenas de anos. Garous se digladiam uns contra os outros por toda extensão do território, se matando e enfraquecendo cada vez mais o número de valentes guerreiros de gaia.

Muitos vivem em prol de fortalecer e expandir seu território ou mesmo tentando manter sua hegemonia , quer seja política, cultural ou mesmo física. É inacreditável que mesmo que em era tão atual, garous prefiram usar da força física à diplomacia, de muita utilidade aos humanos por exemplo.

O problema é que estes garous de mente tão retrograda acabam por vezes ignorando o real motivo de suas existências, a luta contra Wyrm, que cresce de forma abundante em seus territórios.

Após guerras recentes a população Russa, em especial a de São Petersburgo, se mostrou muito intolerante ao que diz respeito a estrangeiros. Mesmo os turistas não são bem vindos assim. Alguns entre os nossos afirmam de forma bem convincente que nosso comportamento tem influenciado nosso povo.

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Vladimir Enöugh, um Filho de Gaia Russo de visão muito idealista, não admitiu ver seus irmãos se matarem de forma tão impiedosa em solo Russo e projetou em sua mente um sonho. Com ajuda de sua antiga matilha e de outros garous tão idealistas quanto ele, inaugurou na “Floresta de Yuntúlovskaia”, São Petersburgo um caern que serviria como refúgio, socorro e cura para tanto ódio que cega seus compatriotas e irmãos.

Como que em um ambiente de guerra, uma seita que prega a paz poderia existir? Enöugh descobriu como!

Vagou pensativo por quase uma década em uma busca espiritual. Ao retornar de sua contemplação, notou que deveria combater a guerra, usando de seu próprio veneno, a guerra. Curaria seus irmãos usando de garras e punhos, para por fim pregar a paz.

Adotou como espírito patrono um espírito nada convencional, o unicórnio negro. Espírito nunca antes visto como Patrono de seita entre filhos de gaia.

O espírito jurou ferir com fúria nunca vista os que se atrevessem a se levantar contra aquela seita, jurou zelar pela paz, mas não se acuaria quando os inimigos se levantassem com furor, ferindo com seus fortes cascos e chifre os que se levantarem contra a paz.

Muitos olharam para a seita recém criada de forma estranha, mas quando a mesma mostrou sua eficiência e poder, aquietaram-se.

Hoje a seita encara um problema de grande proporção, além dos apresentados anteriormente. Agentes da Wyrm se levantaram de forma dantesca, usando de sua influência no governo para construir uma auto-estrada que Liga Moscou a São Petersburgo.
Por Enquanto este é apenas um projeto, mas tem se mostrado um sonho de grandes empreiteiras ligadas a “Grande Serpente”, que disputam de forma ávida e competitiva o domínio das obras. Além disso, muitos membros elitistas ligados a ela de forma sobrenatural(Sangue sugas e Agentes da Pentex), financiam e influenciam o governo, dando provas concretas de que tal construção traria grandes benefícios a nação.

Os garous por sua vez reagiram apostando em sua influência em grupos radicais como I.R.A, R.A.T.S e Greenpeace, o que não tem surtido o efeito desejado.

Uma guerra esta prestes acontecer.

Nome da Seita: Feridas Abertas.
Localização: Floresta de Yuntúlovskaia, Rússia
Cidade Próxima: São Petersburgo
Caern de Nível 3
Nível da película:3
Alcance máximo de Pontes de Lua: 5000 km
Totem do Caern: Unicórnio Negro
Tipo: Cura e Gnose

Estrutura Física Seita: A Área correspondente ao caern é de muito verde, coberto por neve densa durante o inverno e bons períodos do ano, dando uma trégua em meados da primavera e verão.
Nesta época do ano é visto a presença de turistas e aventureiros, que se arriscam pelas trilhas perigosas ao derredor da seita. A Fauna é vasta, com muitos animais, inclusive lobos, o que torna a aventura no lugar um tanto que perigosa.
Parentes dos garous fazem ronda diárias, infiltrados como guarda florestal e Úrsula ajuda a coordenar este grupo, visto que ela também é uma policial florestal infiltrada.
A área referente ao coração do caern é de um conjunto de cavernas naturais, onde debaixo desta passa o rio Neva, principal rio da cidade de São Petersburgo.

Estrutura Sobrenatural: O caern é protegido por muitos espíritos animais e também por espíritos da tempestade, cura e lunos.
Também é visto por ali espíritos ancestrais que se uniram a batalha durante a criação da seita; sem estes espíritos ancestrais agora residentes, não seria possível a criação do caern. Eles surgiram como um trunfo de última hora, ajudando a combater os espíritos da grande serpente e Black Spiral Dancers que lutaram contra a criação do caern.
A seita é protegida também com um poderoso feitiço de ofuscação, onde geralmente as brumas advindas do rio gelado e da vegetação úmida confunde os que pouco conhecem a região.


Conselho de Anciões: Vladimir Enough(Filho de Gaia), Nathanael Constantin(Senhor das Sombras), Ivana “A Louca”(Roedora de Ossos), Stlevana “Olhos de Rubi”(Presas de Prata) e Predador invisível(Garras Vermelhas)
Grande Ancião: Vladimir Enough(Filho de Gaia)
Vigia do Caern: Velyo“Osso Fendido”(Cria de Fenris)
Guardiões: Emilie Enöugh(Filho de Gaia), Dançarino da Teia(Portador da Luz interior) e Tiamat(Presas de Prata)
Vigia do portão: Ivana “a Louca”(Roedor de Ossos)
Vigia da Terra: Úrsula Vinckisnk(Fúria Negra)
Mestre do desafio: Predador Invisível(Garras Vermelhas)
Mestre de Rituais: Ivana “A louca”(Roedor de Ossos)

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FERIDAS ABERTAS

Vladimir Enöugh- Filho de Gaia, Ancião, Hominídeo, Galliard do campo Ataque Eminente.

Vladimir veio de uma família rica de profissionais voltados ao ramo da medicina. Como todos de sua família, ele seguiu com os costumes antigos e se formou médico aos 24 anos de idade. Preferiu abrir mão da nação garou neste período, mesmo após sua primeira mudança tardia, que ocorreu aos 22 anos de idade. Convenceu o líder do caern ao qual pertencia, alegando que sendo um médico formado, teria meios de ajudar os filhos de gaia na causa, e assim sucedeu após dois anos.
Ao completar 24 anos, a segunda guerra estava no auge e quase não conseguiu se formar, mas terminou os estudos e foi inserido em seguida a Força Aérea pelo governo da CCCP, onde militaria como médico.
Deste período em diante o garou cumpriu sua promessa e agia na luta contra Wyrm, que tomou forma como a besta da guerra, agindo nos corações dos homens e dos garous.
Findado a guerra e cumprido seus objetivos com louvor, o Filho de Gaia preferiu pedir baixa da força ao qual pertencia, sua mente estava perturbada, traumatizada com tudo que viveu e passou. Demoraria anos para curar estas feridas da mente.
Recuperado do trauma e estando Athro na hierarquia de sua seita, entrou mais uma vez em outra guerra, mas agora como médico voluntário no Afeganistão, onde passou um curto período, convivendo agora com a miséria de um povo humilde e a forma como os Russos os esmagaram.
Após seu retorno, se mostrou contra o governo, deixando sua carreira na medicina um pouco de lado e se filiando a grupos ativistas ao qual faz parte até hoje.
No inicio da Década de noventa o garou reuniu um grupo de dezesseis garous e criou, com a ajuda de Ivana e Predador invisível em especial a Seita das Feridas Abertas. Jurando que ela teria este nome até que o rancor de seus irmãos se fechasse, afim de que se preparassem e se unissem na guerra final.
A cerca de seis anos o líder da seita participou de um conclave de lideres de seita da região convocada por Yure Konietzko tendo como local o Céu Noturno, que contou também com a presença de um representante da rainha dos presas de Prata da Rússia.
O assunto mais falado foi o recém despertar da Matusalém Baba Yaga e uma forma de deter seus avanços. O tom diplomata e o apoio de Vladimir Enöugh naquele instante e também de alguns outros líderes não interessados na guerra garou, foi essencial para o equilíbrio e senso comum naquele instante.
Parece que a trégua sugerida foi aceita, mas na verdade, no fundo os garous locais ainda se tratam com rancor e desconfiança.
Hoje Vladimir esta na faixa dos setenta anos, com rubor físico de um homem de cinqüenta. É muito experiente e sábio, evita a guerra, mas não a rejeita quando se faz necessário, neste ponto, o sangue quente Russo fala mais alto.


Predador Invisível- Garras Vermelha, Impuro, Ancião e Ahroun.

Predador invisível teve uma vida dura entre seus irmãos garras vermelhas e para se manter entre as fileiras teve que peitar muita gente da sua tribo, onde quase não atingiu o objetivo desejado. Enojado com tanta arrogância, deixou a seita dos Olhos de Inverno ao qual fez parte e foi ignorado por seus irmãos.
Mas o velho Lobo da Floresta, Totem protetor de estima dos garras vermelhas, abraçou a criança rancorosa e mostrou o caminho correto até se unir a Vladimir, onde formou uma nova família, uma matilha. Na Década de 80 os garous se tornaram famosos nestas terras e Predador invisível um ícone de inspiração para os impuros de sua tribo, que ainda assim o tratou de forma indiferente, mesmo após provas concretas de que um impuro garras vermelhas podia sim ser tão útil quanto um lobo.
Após ajudar Vladimir a fundar a seita ao qual faz parte até hoje, foi nomeado Vigia do Caern local, cargo ao qual manteve por quase dez anos.
Mas a vida impôs rédias firmes e duras para com este impuro, que envelheceu de forma ligeira demais para sua idade.
Hoje, aos 37 anos de idade, seu corpo deteriorou-se de forma tal a se assemelhar a de outro impuro de 60 anos.
Seu rubor não era mais o mesmo, assim como agilidade, e por mais que tentasse, seu corpo mostrou sinais de fraqueza devido a velhice precoce.
O garou foi desafiado por Velyo uma garou dos crias de fenris pelo seu cargo e mesmo seu corpo apresentando sinais de desgaste e cansaço a luta foi dura para ambos, e rola um boato que o garou perdeu de propósito, pois se mostrou superior a cria em alguns momentos do combate. Este assunto foi proibido ser citado na seita. Predador Invisível teve seu olho perdido e crânio afundado, enquanto Velyo seu Maxilar fendido.
Hoje Predador invisível responde como Líder de desafios da seita e segundo em comando. Sua derrota honrada revelou que a sabedoria do garou foi impecável, dando lugar a uma garou mais jovem patrulhar os limites da seita, afinal, sua saúde não era mais a mesma e cedo ou tarde isso poderia acarretar em um final infeliz para todos.

Avó Ivana “A louca”- Roedor de Ossos, Hominídeo, Theurge e Anciã

Ivana fez parte da mesma matilha que Predador invisível e Vladimir.
Ela é tida por muitos como uma velha rabugenta, aparentando cerca de 65 anos de idade. Mas quem conhece a vida desta senhora de origem Afra, não ousa falar mal dela pelos cantos, pelo contrário mostra muito respeito ao tenta alcançar a sabedoria que possui de sobra.
Logo quando jovem, teve que lutar contra o preconceito racial e mesmo tendo nascido Russa, seus pais foram escravos. Uma criança negra na Rússia, na época em que vivia, nunca era bem vinda, nunca era aceita e Ivana teve que ser duas vezes melhor para sobreviver ali. Deste modo, ela não escolheu a vida na rua e sim as ruas lhe acolheu.
Lutou junto a Vladimir não só como matilha, mas para vencer preconceitos impostos pela sociedade local.
Ela ganhou a alcunha de “A Louca” após realizar o ritual de criação de Caern e mostrar sinais de loucura após isso. Ivana e seus irmãos foram alvos de malditos poderosos durante a criação do caern e se instalar ali não foi uma tarefa fácil para ninguém que participou; sim ela foi a responsável pelo ritual de criação da Seita e com isso, digna de toda admiração e respeito dos garous locais.
Sua mente foi afetada no momento do ritual, mas ela insiste que não. O fato de falar sozinha as vezes é despistado de forma grosseira e vezes intimidadora quando questionada sobre isso, frisando bem que apenas conversava com os espíritos locais, nada mais.
Mesmo sendo assustadora as vezes, ela possui um coração bom e justo e serve a seita com toda força que tem.
De uns tempos para cá, quase nunca deixa o local e desempenha suas funções de forma impecável e cuidadosa, mantendo a seita livre de perigos espirituais. Ivana não brinca em serviço e ai de quem ousar ameaçar o caern de forma espiritual ou querer passar por cima de sua autoridade.

Velyo Osso Fendido – Fenrir, Hominídea, Ahroun, Athro

Velyo é uma Valquíria de origem Norueguesa muito bonita e respeitada nestas terras, terras onde perdeu seus irmãos de matilha e iniciou uma busca implacável pelo seu algoz.
Por anos ela vagou pela Rússia, em especial em Petersburgo, buscando encontrar o Assassino de seus irmãos, um vampiro antigo e perigoso, ligado a grande serpente, e quando finalmente encontrou e vingou a morte dos mesmos, se viu presa na Rússia pela Cortina de Sombras, não sentindo desejo nenhum de voltar a sua Terra Natal.
Deste modo, como este caern lhe acolheu bem e ajudou em sua vingança quando precisou, Velyo se juntou ao mesmo então nele vive a três anos.
Quando viu a oportunidade de subir de cargo na seita e assumir a Vigília Local, sequer pensou duas vezes. Desafiou e venceu Predador Invisível em um combate honrado, mostrando de uma vez por todas que ele estava fraco para atual função, mesmo isso lhe custando um maxilar fendido.
Velyo tem se mostrado tão eficaz neste cargo quanto Predador Invisível em sua era de ouro, e como ela ainda é jovem, certamente se manterá no cargo por muitos anos.
A garou é muito implacável na sua função e sua fama ultrapassa as barreiras do caern, assustando as bestas da wyrm, que teme “As Gêmeas”, os dois martelos fetiches que carrega consigo.

Úrsula Vinckisnk- Fúria Negra, Hominídea, Theurge, Athro

Apesar de não ser inimiga de Velyo, Úrsula não esconde seu desafeto pela mesma, já tendo inclusive desafiado Velyo a uma luta corporal e perdido o desafio em uma assembléia.
Úrsula é dotada de grande percepção e intimidade para com o mundo espiritual e por isso, foi escolhida para ser a Vigia da Terra local.
Feminista Ferrenha, ganhou muita força nas eras atuais ao qual o movimento feminino ganhou forças. Busca aprender tudo que Vó Ivana pode ensinar, tendo como ambições futuras assumir o cargo de Líder de rituais na seita.
Possuí um caso secreto com Perséfone uma irmã de tribo da seita.

Nathanael Constantin – Senhor das Sombras, Hominídeo, Philodox, Ancião

Nasceu nos EUA, mas viveu apenas poucos anos de sua vida garou neste país, tendo se mudado para Romênia, Bucareste, terra de sua mãe. Neste lugar liderou uma matilha de nome “Matilha das Sombras”, uma matilha de muito renome, lembrada com a glória devida.
Casou-se com Cindy, uma parente dos senhores das sombras de origem também Americana, esta união resultou em filhos gêmeos.
Após ter sua esposa morta e um de seus filhos raptado, foi levado a Rússia, local onde as pistas de seu rebento o levaram. Nathanael habita nesta terra a cerca de um ano.
O garou recuperou a criança, mas se viu impossibilitado de voltar a sua terra.
Preso na Rússia pela cortina de sombras, o também advogado de renome se uniu a seita das Feridas Abertas e ganhou um cargo de confiança, o de Caçador da Verdade.
Nathanael ainda exerce a função de advocacia e foi o responsável pela retirada do neto do líder do caern e de alguns parentes revolucionários da cadeia, o que mostrou uma habilidade inata com a fala e convencimento.
Isso fez dele um garou intimo de Vladimir, que convidou Nathanael a fazer parte da seita de forma efetiva e lhe rendeu tal cargo devido sua honra.
Alem disso tudo, Nathanael é o único garou da seita reconhecido com Klaivaskar, o que faz dele temido e perigoso.

Stlevana “Olhos de Rubi”- Presas de Prata, Impura, Ragabash, Ancião

Stlevana é uma impura de origem indiana com algumas deformidades peculiar. Seus olhos são vermelhos e brilhantes como de um rubi, possui dificuldade para atravessar a película, podendo apenas fazer isso ao fitar uma superfície espelhada e por fim, possuí um comportamento de sadismo nunca visto.
É uma garou perigosa, fechada e que não tolera desacatos. Sua forma de ensinar sempre é bastante dura e marcante, deixando sempre seu toque especial nos que não foram capazes de aprender sozinhos.
Apesar de tudo, tem se mostrado leal a seita, destruindo com seu sabre de Prata os que ousam ameaçar este lugar. Stlevana é uma garou pertencente ao campo de presas do topete vermelho sangue, uma assassina perigosa e hábil artista marcial.
Os motivos que levaram ela a estas terras ainda é desconhecido, mas foi acolhida neste lugar, mesmo não tendo recebido cargo algum para isso, exceto como membro do conselho.
Por vezes foi convidada a desempenhar o papel de mestre do uivo, na esperança de faze-la se soltar. Mas após findada a cerimônia, torna a se fechar na redoma de vidro.

Emilie Enöugh- Filho de Gaia, Hominídeo, Ragabash, Fostern

Este garou impulsivo é neto de Vladimir Enöugh. Ativista do grupo radical I.R.A, tem combatido a wyrm de forma nada convencional.
A última dele foi um protesto ao qual libertou animais do zoológico junto com alguns humanos e parentes do mesmo grupo radical que ele, e quando a polícia chegou e prendeu a todos, não ofereceu resistência alguma, sendo preso por quase um mês e mesmo podendo fugir pela umbra, escolheu ficar em consideração a seus confrades. Foi preciso a habilidade de Nathanael Constantin para livrá-lo da jaula.
Como punição, foi obrigado a dedicar um longo período de seu tempo auxiliando Osso Fendido na proteção física da seita, mas vezes ou outras, arruma um modo de burlar a punição e aprontar pela cidade.

Tiamat- Presas de Prata, Lupino, Ahroun, Fostern

Tiamat é um garou robusto e com grande conhecimento de área, inclusive após os limites do caern. É um garou que nasceu nesta floresta, viveu ali por longos anos e viu seu lar destruído e familiares serem exterminados por fomoris.
Desde então o garou declarou guerra a wyrm, e após ser acolhido por esta seita, tem prestado grande auxílio na manutenção das fronteiras locais.
Este garou já foi vítima de uma armação de Emilie em uma de suas fugas da seita, e foi punido severamente por não relatar o sumiço repentino do filho de gaia, preferindo o silêncio ou a morte. Desde então ele não se dá muito bem com Emilie.
É honrado e de muita confiança.

Lenon “O DJ”- Andarilho do Asfalto, hominídeo, Galliard, Adren

Um dos melhores amigos de Emilie Enöugh ao qual chegou até a fazer parte de sua matilha, assim como ele é ativista e muito viciado em rave e música eletrônica. É um hacker e desta forma efetua ataques ao governo e a wyrm sempre que possível.
Seu cabelo verde causa estranheza entre os lupinos e mesmo impuros da seita, mas por ser um camarada “desenrolado”, acabou conquistando seus irmãos de seita.
É muito habilidoso com instrumentos e quase sempre mistura música a ritmos eletrônicos, criando uma verdadeira inovação e desgosto aos garous mais ortodoxos.
É o menestrel da seita.

Dançarino da Teia- Portador da luz interior, lupino, Philodox, Fostern

Garou dos portadores da luz chegado recentemente a estas terras. Segundo ele, foi levado pelo seus espíritos ancestrais e espírito dos ventos a este lugar. Kailindorani, jurou proteger esta terra com o sacrifício de sua própria vida.
Velyo aproveitou suas habilidades de combate e ponderação no auxílio das defesas do caern. Junto a Tiamat, e Emilie Enöugh, desempenha o papel de guardião do caern.

Perséfone- Fúria Negra, hominídea, ragabash, Adren

Possui um caso secreto com Úrsula. É uma garou impulsiva e quase sempre sai junto a Úrsula para por em prática seu desejo de mudança e visão feminina.
Foi responsável por mais de 15 mortes de estupradores da região de Petersburgo.
É perita em facas e perita na arte da furtividade, uma assassina nata, perigosa e que deve ser evitada a qualquer custo.
Vezes ou outras é escolhida para desempenhar o papel de “Tolo”, o que da ultima vez levou Enough “Neto” a um frenesi wyrm que quase lhe custou a vida.

Harvey Ross- Andarilho do asfalto, hominídeo, Ragabash, Athro

Recém chegado na seita, vindo diretamente da França. É um verdadeiro maluco, que deve fumar cerca de 5 maços de cigarro por dia. Alguns atribuem a falta de ar que sente e as recentes cuspidas de sangue que dá ao fumo contínuo, mas Harvey insiste que cigarros não fazem mal a garous, o que de fato é verdade. O efeito semelhante a enfisema, pelo menos em sintomas, se dá a um pulmão arruinado.
Harvey não consegue correr por muito tempo, tão pouco lutar por mais de 15 minutos, deste modo, encomendou um planador com seu antigo líder de seita Gavril Viteazul. Seu fetiche se assemelha a uma prancha de snowboard, inspirado claro no duende macabro do homem aranha.
O garou é um exímio atirador e após o presentinho dado, aderiu a onda de atirar granadas quando em situações extremas, quando enfrenta um inimigo de nível “Hard”.
É um verdadeiro maluco, bonito e muito carismático.

Matilha Lobos do Inverno

Composta apenas de garous Cliaths e lupinos, esta matilha tem sido o braço forte da seita no que diz respeito a proteção das fronteiras.
Limitados a floresta gelada de Yuntúlovskaia e de pouca atuação na cidade, a matilha tem se destacado na pureza e manutenção destas terras.

Líder da Matilha:
Garras de Leão- Fianna, Ahroun
Beta:
Caçadora de sombras- Senhora das sombra, Ragabash

Demais membros:
Bate Estacas- Crias de Fenris, Philodox
Rosna pra Weaver- Garras Vermelhas, Theurge
Fúria Ardente- Fúria Negra, Ahroun
Lobo Malandro- Roedor, Galliard
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Narração - Olhos -que-riem

Mensagem por Narrador em Qua Out 22, 2014 4:30 pm

A garra vermelha viajou por longas centenas de Kilômetros até chegar as imediações da Seita das Feridas Abertas. Naturalmente, deveria cumprir as regras dos garous e uivar anunciando-se, mas antes disso, não se sente mais sozinha como antes.

Na realidade, o trecho é sempre habitado por animais, mas desta vez, nota ser diferente, como se estivesse sendo seguida e observada por algum tempo.



Sua visão esta bastante prejudicada com a nevasca sem trégua, o vento gelado parece soprar de forma proposital em sua direção, dificultando que olhasse para frente ou analisasse o local de forma minuciosa.

Adiar a caminhada para seguir seria sensato, para seguir após a tempestade, mas por ter a plena certeza que estava perto de seu destino, prefere seguir adiante, até ter esta estranha sensação.
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Narração - Ethan

Mensagem por Narrador em Qua Out 22, 2014 7:36 pm

Por dias a fio Ethan se fez presente naquela maldita floresta gelada afim de obter informações sobre o paradeiro do possível garou que procurava.

Ethan restringiu sua busca apenas ao líder da seita e a roedora de ossos que atende pela alcunha de A Louca, visto que foi ela a responsável pela abertura de ponte de lua pelo qual este chegou.

Ambos afirmaram que este garou que pouco se comunicou veio a procura de Nathanael, um ancião pertencente a tribo dos senhores das sombras.
Almejando respostas, Ethan aguardou por quase três dias o retorno de Nathanael que saiu em uma missão particular.

Vladimir permitiu que Ethan ficasse ali pelo tempo que desejasse e aguardar foi a única opção que encontrou.

Quando esperar se tornava enfadonho, o playboy Nathanael Constantin, herdeiro de uma grande fortuna aponta na entrada de um dos conjuntos de caverna da seita. O garou batia seu guarda pó de lã e posicionava o cachecol que usava de forma a impedir que o vento gelado afetasse o calor de seu corpo. Durante este processo Ethan nota uma arma presa a seu cinto, era uma adaga ritual.



Após se alinhar, segue seu rumo ao interior do lugar.
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Re: Seita das Feridas Abertas - Multitribal

Mensagem por Olhos-que-Riem em Qui Out 23, 2014 6:57 pm

Olhos-que-Riem sentia seu coração de lobo apertado.

Estava sozinha, tão e completamente sozinha, que isso não parecia certo. Tudo o que fizera sozinha em sua breve vida sempre acabara de alguma forma que lhe machucara e por isso aquela viagem estava sendo difícil para a jovem loba.

Sua mente humana sabia o caminho que precisava seguir entre a floresta até achar quem buscava, mas só quando finalmente a sensação de abandono se esvaí de seu corpo é que ela percebe que seu coração de lobo sempre soubera seu caminho... Ela pára, fareja a neve sob seus pés e quase parte atrás do rastro do que imaginava ser uma lebre, mas capta uma nova sensação no ar e isso a deixa incomodada. Havia mais alguém por ali.

Ela olha para os lados sem ver, buscando alguma resposta, buscando um novo cheiro que pudesse reconhecer e anda de um lado para o outro, as orelhas em pé mostrando sua atenção. Agora seu coração de lobo pedia que ela buscasse se proteger, mas sua mente humana queria seguir de qualquer jeito. Ela tenta ouvir seus dois lados porque Manhã-de-Inverno, uma Meia-Lua de sua tribo, lhe ensinara que era isso que um Garou deveria fazer.

Só que Olhos-que-Riem ainda não se sentia Garou e nunca antes fizera uma jornada como aquela... Sem saber decidir entre continuar de onde estava e buscar abrigo, no final acaba fazendo o que Manhã-de-Inverno lhe ensinara a fazer quando chegasse perto de um Caern, mesmo sem ter certeza de que isso adiantaria ou se estava longe o suficiente para que os ouvidos de outros não a ouvissem. Ela uiva, uiva tão forte quanto seu fraco corpo de lobo deixava, se fazendo ouvir acima do uivo do próprio vento:

- Olhos-que-Riem, Sem Lua dos Garra Vermelha, quer descanso...

Não tinha certeza se isso era exatamente o que precisava dizer, mas se alguém a ouvisse poderia responder.
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Re: Seita das Feridas Abertas - Multitribal

Mensagem por Narrador em Sex Out 24, 2014 1:19 am

Narração - Olhos que riem

Um uivo distante é emitido em resposta pedindo que aguardasse.

A Garra vermelha nota que o vento se abranda após o uivo, certamente os espíritos das tempestades foram favoráveis a sua entrada agora.
Quando isso ocorre, Olhos que riem se vê cercada por um grupo de lobos selvagens, contabilizando um total de seis.

Um deles rosnava de forma intimidadora, certamente era o alfa do grupo.
Outro com pelugem semelhante a sua, late e emite um granido de forma respeitosa. O líder se acalma.

Se tratava de um irmão de tribo, que mesmo nunca tendo te visto intercede ao alfa por você.

O robusto lobo alfa bufa grosseiramente, soltando o ar quente de seus pulmões, que condensa imediatamente ao entrar em contato com o frio regente.
O mesmo dá as costas e se posiciona para direção do uivo emitido a poucos por um dos vigias da seita. Os demais membros da alcateia seguem o líder, realizando o mesmo gesto; exceto um, o garra vermelha.

Ele se aproxima de você, e cola a testa proximo a sua em uma demonstração de afeto e boas vindas.
Era bom ter um garra vermelha ali, para salvar sua pele e poupar-lhe de perguntas desnecessárias após longos dias de viagem.

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Re: Seita das Feridas Abertas - Multitribal

Mensagem por Ricardo Rage em Sex Out 24, 2014 8:28 pm

TURNO - Ethan

* Como ainda não tinha conhecido a famosa "Louca", Ethan não tinha outra opção a não ser aguardar, a Louca foi a responsável pela abertura de ponte de lua que o último Guardião do 9º Registro Proibido tinha usado para entrar no Caern. Os motivos que o levou visitar aquela seita ainda era um mistério e uma conversa com aquela ancião dos Roedores seria também era imprecindível...

...Mas tudo em seu devido tempo.

Por hora Nathanael teria informações mais importantes, e assim que ele chegasse seja lá de qual for a missão da qual tinha se envolvido.

Ao presenciar Nathanael indicando um lugar na entrada de um dos conjuntos de caverna da seita, sem hesitar, o Lua Nova decide ir até lá como indicado.

Olha discretamente para a arma sem deixar que Nathanael perceba que ele era um Ragabash perspicaz.

Ao chegar até o local indicado fica aguardando o desfecho de toda daquela situação inusitada*
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Re: Seita das Feridas Abertas - Multitribal

Mensagem por Olhos-que-Riem em Dom Out 26, 2014 10:10 pm

Suas orelhas captam a resposta no ar e Olhos-que-Riem se sente mais confiante.

A tempestade pára de bater em seus olhos, mas ainda assim ela leva uma pata até o rosto como se tentasse limpar a neve. Sacode a cabeça, o corpo todo, e anda de um lado para o outro ansiosa. Um grupo de lobos aparece e a cerca, seu pequeno coração dispara em seu peito. O que poderia fazer agora?

Ela se encolhe quando o alpha mostra hostilidade. Olhos-que-Riem aprendera com seus irmãos e irmãs que os mais fracos deveriam se submeter aos mais fortes, a obedecer os mais antigos e Olhos-que-Riem não quer demonstrar ameaça. Ela se abaixa diante do lobo alpha, mostrando submissão, e então outro lobo se faz presente;

Olhos-que-Riem não o conhece, mas acha que ele deveria ser da mesma tribo que Olhos-que-Riem, porque se parece com irmãos e irmãs de Olhos-que-Riem. O alpha se afasta e então vai embora com outros lobos e ela se levanta, seu coração ainda acelerado. Não estava acostumada com aquilo ainda.

O lobo que Olhos-que-Riem achava ser irmão se aproxima, colando sua testa na dela e fazendo seu coração se acalmar. Ela lambe-lhe o focinho e lhe esfrega a cabeça, abanando o rabo baixo enquanto aprende seu cheiro. Estava agradecida e feliz. Ela se senta então e o olha.

- Ser Caern aqui?
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Narração - Ethan

Mensagem por Narrador em Ter Out 28, 2014 1:10 pm

Nathanel se aproxima de Ethan de forma decidida, ele era seu único foco no lugar. O garou fitava o breu formado pelo capus que Ethan usava, sem desfocar um segundo apenas deste ponto fixo.
Tirando toda roupagem grossa que ele fazia uso para se proteger do frio, nota um homem lânguido, frágil, mas muito atento a tudo e a todos a seu redor, afastando toda a certeza de que ele seria uma presa propensa a distração. Esta era uma característica muito vista em habilidosos filodoxos.
A frieza em seu olhar denota que Nate ou Nathanael nasceu para caçar e não ser a caça. Isso era definitivo!
Sua pureza de sangue também é sentida ao extremo e isso faz com que seja duas vezes amedrontador do que já era. O garou de fato parecia ser um inimigo perigoso.
O assassino das sombras nota ao fitar a arma de prata que ela foi talhada com muito cuidado e enfeitada com rubis de diversos tamanhos, e foi o maior de todos, que deu origem ao seu nome(Olhos de Rubi). Ela estava na família Constantin desde a época de Elano, seu antigo ancestral de renome, uma lenda da tribo.
Parando a distância de dois passos próximo a Ethan o garou inicia sua fala:
_Vim assim que soube da notícia de sua chegada. Mil perdões por tê-lo feito aguardar!
Um sorriso aquelentador se faz e naquele momento, o predador notável que era, se torna um habilidoso homem de palavras doce como mel. Sua voz tinha uma entonação apenas notada com uso de dons, ou em fiannas talvez, mas aquele Constantin a frente, parecia não forçar nada, era um dom natural seu.
Neste ponto Ethan percebe o motivo dele ter sido abraçado pelos Senhores do Cume, campo ao qual pertence.
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Narração - Olhos que riem

Mensagem por Narrador em Ter Out 28, 2014 1:43 pm

O garra vermelha parece sorri ante a forma que Olhos-que-riem encontrou para fazer uma pergunta a ele na forma lupina. Ele parecia sorri mesmo estando na forma lupus; a garou percebe que os olhos dele se fecharem levemente e um tom de questionamento que lembrou um breve granido se ouve.
"Como ela fez isso?"-Pensa.
Com naturalidade o garras vermelha modifica sua forma para a hispo.
Apesar de preferir a forma lobo natural, ela não seria suficiente para transmitir o que ele de fato queria.
_Sou Rosna-Pra-Weaver, e sim, aqui ser caern...

Garras de Leão é o Fianna lua cheia, também nosso Lobo Alfa.
Caçadora de sombras, a de pêlos negros, é uma Senhora das sombras Ragabash.
Bate Estacas, aquele mais robusto, é um Cria de Fenris o meia lua.
Fúria Ardente é a nossa Fúria Negra também lua cheia. Ela também tem pêlos negros, mas na sua barriga e peito são brancos e seu tamanho é maior perto da caçadora de sombras.
Lobo Malandro é o Roedor de Ossos um Galliard. Era o menor e mais fraco de todos.
_O que você quer neste lugar? morar?
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Re: Seita das Feridas Abertas - Multitribal

Mensagem por Ricardo Rage em Ter Out 28, 2014 3:48 pm

TURNO - Ethan

* O Lua Nova joga o capuz para trás expondo o rosto de traços húngaros, os cabelos sujos e embaraçados não cobriam os olhos castanhos perspicazes que fez questão de fitar os olhos de Nathanael sem piscar. Ethan era um homem de expressão cansada de quem dorme muito pouco*

-Serei objetivo Nathanael-Rhya. Sou Ethan Vanderslyker, Adren dos Senhores das Sombras da Seita do Céu Noturno. Hoje, não falo por meu caern, o motivo que me trouxe aqui não está vinculado ao Céu Noturno. Venho por minha linhagem, represento interesse de minha família, que por consequência expressa o interesse dos Netos do Trovão como um todo...

...Sei que não sou o único Vanderslyker que já veio procura-lo. É exatamente por isso que estou aqui, procuro informações sobre aquele que veio antes de mim, acredito que você possui as informações necessárias para me ajudar a encontra-lo.

* Nathanael era um ancião da mesma tribo, e como um Senhor do Cume, já deve ter ouvido algo sobre a linhagem Vanderslyker, ou ao menos, conhecer a importância histórica dessa linhagem no que diz respeito a origem do campo dos Iluminados.*

*Independente do posicionamento que Nathanael tem sobre aquela visita, uma coisa era muito clara, ao dizer que representava o interesse da família, entendia-se que ele estava falando pelo próprio Campo. Representava os Iluminados, e tinha propriedade pra isso *

- Meu antecessor veio até aqui tempos atrás. Ele deve ser encontrado.

*Falou de forma determinada, sem hesitar, fitando os olhos de Nathanael o tempo todo. Apesar da  expressão cansada, a voz transmite segurança. Era a confiança de alguém que por enquanto está "blindado" por interesses tribais. Que sabia "onde pisava", e que conhecia muito bem protocolos tribais, buscando se beneficiar disso sem nem ao menos disfarçar.*

* O garou a sua frente era ancião Philodox da mesma tribo, acreditava que teria mais chances de conseguir o que queria deixando bem claro para ambos a situação de cada um ali, sem conversa fiada, sendo o mais claro possível *
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Re: Seita das Feridas Abertas - Multitribal

Mensagem por Olhos-que-Riem em Qui Out 30, 2014 6:24 pm

Rosna-pra-Weaver parece feliz e isso aquieta a lupina de vez. Continua sentada, os olhos e a boca semi-abertos e as orelhas em pé sem qualquer vigilância... Pela primeira vez em algum tempo, se sentia à vontade e respirava profundamente. Talvez porque não estava mais sozinha.

Quando o lobo muda de forma, Olhos-que-Riem faz o mesmo assumindo a forma de Hispo. Não se sentia à vontade ainda com esta transformação, se sentia desengonçada, forte demais, grande demais. Mas aprendera a seguir os mais velhos e imitar seus modos, por isso não reclama e pensa no que diz Rosna-pra-Weaver.

Aqueles que vira eram lobos. Lobos de outras tribos, mas lobos. Manhã-de-Inverno lhe dissera que haviam 13 tribos, mas ela só conhecera os seus irmãos e irmãs... talvez por isso o cheiro deles era tão diferente. Era um cheiro vivo e elétrico, como o de todo Garou, mas ainda assim tinha algo a mais e sua mente humana queria saber mais sobre eles. Quando o Garra Vermelha pergunta o por que ela estar ali, ela muda sua expressão, abaixando suas orelhas imediatamente e franzindo a testa, soltando um choramingo baixo.

- Olhos-que-Riem não ter mais casa.

Seu coração lupino se enche de pesar e ela se agita um pouco, movendo as patas no mesmo lugar porque sentia o corpo agitado quando pensava na Seita onde crescera.

- Weaver morder profundamente Caern onde Olhos-que-Riem mora. Caern morrer... Seita morrer. Olhos-que-Riem procurar Predador-Invisível para ajudar Olhos-que-Riem, tribo falar bem de Predador-Invisível. Pode morar aqui também?

Ela levanta as orelhas ao perguntar, inclina o pescoço e sente seu pequeno coração arder com a ansiedade por aquela resposta... Se não pudesse ficar ali, não sabia mais para onde ir.
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Narração - Ethan

Mensagem por Narrador em Sab Nov 01, 2014 3:34 pm

Nathanael analisava Ethan de forma curiosa e emite um sorriso faceiro após suas indagações.

Alisa levemente o cabelo retirando a neve que o cobria parcialmente, em seguida leva a mão esquerda apoiando a mesma em sua klaive "olhos de rubi". Parecia pensar por um tempo.
O senhor das sombras era canhoto e isso sempre deixou os duelistas de klaive intrigado e mesmo existindo outros deste tipo, eram raros; inclusive alguns mestres mais ortodoxos recusam ensinar garous canhotos alegando sua imprecisão, mas não é isso que se vê neste temido garou.

_Vanderslyker... Tem razão, você não foi o primeiro a me procurar nesta terra meu rapaz. Estou aqui a um ano e você é o segundo a me procurar e isso me intriga! Pelo que tenho notícia você, um outro ragabash Ancião e também um ahroun ancião estão vivendo na mesma era.

_Mas aqui neste mesmo lugar, ou seja, aqui na Rússia, tenho notícias de apenas dois. Você e o Ahroun de nome "Iousef Vanderslyker".

_Não sei o como esta notícia te chegou, mas se é Iousef que procura, posso te ajudar. Ele por coincidência me fez a mesma pergunta que você.

O garou fita Ethan seriamente e sem muito rodeio.

_Me perguntou se conhecia sobre um garou próximo de nome Ethan. Eu disse que desconhecia sua presença nesta terra, mas que lhe ajudaria a te procurar. Ele recusou a ajuda e desde então nunca mais lhe vi.

O garou olha para Ethan analisando seus movimentos, reflexos e motivações, analisando qualquer informação que pudesse surgir nas entrelinhas.

Se cala por completo.

Off: Consideração da narração.

Ethan reconhece este ahroun que faz uso do nome e da honra de sua família. Ele fez parte da matilha ao qual seu ancestral, antigo dono e portador do tomo pertencia, sendo líder da mesma. A matilha se chamava: "Uivadores do trovão".

_Sei que eu não tenho nada haver com os problemas de sua família Ethan, mas se algo ou alguém compromete a vocês, esta comprometendo também a mim. Falo em nome dos senhores do cume quando digo isso.

_Defendo os interesses da tribo e a tribo se interessa em vocês!
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Narração - Olhos -que-riem

Mensagem por Narrador em Sab Nov 01, 2014 4:09 pm

Rosna-pra-weaver rosna baixinho quando ouve o que Olhos-que-riem diz a respeito da grande aranha ter engolido a seita ao qual ela pertencia.

Em seguida uiva um réquiem de cerimônia pelos falecidos e dispara floresta a dentro na direção onde supostamente era o caern.

Ele parecia estar em choque, em um frenesi prestes a explodir.

Olhos-que-riem fica desnorteada com o que vê, a princípio sem saber o que fazer, mas talvez fosse melhor ir atrás de Rosna-pra-weaver. Seus instintos diziam isso.

Ao fazer o que seu lobo interior ordenava, ela corre disparado seguindo o rastro das pesadas garras de hispos de Rosna-Pra-Weaver, estes rastros davam direto a uma cadeia de cavernas, o cheiro forte de água era sentido ali, enquanto o mundo físico se tocava com o espiritual. Não era preciso muito esforço para visualizar espíritos neste lugar.

Rosna-pra-weaver estava diante de um dos lagos existentes nesta cadeia de cavernas. Ele fitava sua própria imagem.
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Re: Seita das Feridas Abertas - Multitribal

Mensagem por Ricardo Rage em Sex Nov 07, 2014 8:41 pm

TURNO - ETHAN

- Sim, ao total somos apenas 3. Três Garou na família Vanderslyker que vivem nesta mesma era, isso é raro. Não faço ideia do porque o ancião me procura, apesar de saber quem ele é. De qualquer forma agora fico mais preocupado pois entre todos que eu podia consultar neste Caern, você era o que eu tinha mais esperanças de me dar alguma informação que me levasse ate ele.

*Caminha em direção da saída gruta imaginando o que o Ahroun dos Uivadores do Trovão estaria fazendo ali, e a procura dele. Parecia que o limite da ajuda de Natahanael seria aquele.*

- Obrigado Nathanael, mas vejo que agora só me resta uma pessoa que talvez possa me dar mais alguma informação sobre quem procuro, A Louca". Ela abriu a ponte da lua que trouxe meu antecessor até aqui, sabe me dizer onde posso encontra-la?

*Enquanto olha para a fora da gruta Ethan fica aguardando a resposta do ancião*
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Sahasrara - Ivan - Dançarina-da-Teia

Mensagem por Sahasrara em Sab Nov 08, 2014 2:23 pm

Takashi percebeu a confusão em que o motorista se encontrava e evitou olhares. Talvez fosse a fúria dos 3 garous, incomodando o humano, ou simplesmente por terem parado naquela área. Fosse como fosse, não importava mais quando o Portador desceu do carro após os outros dois, fitando com admiração o caminho a percorrer.

Como sempre, preventivo que era, procurou olhares curiosos em volta antes de acompanhar Dançarina da Teia, depois disso, encorajou que Ivan seguisse na frente com um movimento de mão. Assim, teria uma perfeita formação de escolta ao corrompido, com a Philodox na frente, Ivan no meio, e Sahasrara atrás.

Assim que alcançaram a irmã tribal, Sahasrara encheu os pulmões com os ares puros da floresta, dominada pela Mãe Gaia. No fim da expiração daqueles ares, já havia alcançado sua forma lupina. Agora era um magnífico animal, um lobo de pelagem inteiramente negra, que só se diferenciava de outros lobos por sua saúde e vigor, já que a escassez de alimentos na vida selvagem acaba por vezes deixando os lobos menos encorpados no inverno. Condição curiosa para um reles Theurge Cliath, que normalmente apresentam constituição consideravelmente menos avantajada.

Uma sensação agradável inundou seus chacras, pois agora não só estava nas terras da Mãe, como também alegrava-se em assumir sua forma animal, fortalecendo o elo com seu espírito metamorfo. De fato admirava a sua forma lupina, sentia-se mais versátil e fisicamente mais apto, mas mal podia esperar por assumir a forma Hispo, curiosamente sua favorita.
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Narração (Nathanael Constantin - Ethan)

Mensagem por Narrador em Sab Nov 08, 2014 5:05 pm

Nathanael coloca a mão no bolso e após Ethan se virar de costas sua expressão, seu sorriso se torna um de puro sinismo.
Claro que ele sabia sobre o paradeiro do ancião Vandeslyker, mas ajudar aquele mancebo sem a troca de favores devida seria autruísmo demais advinda da parte de um homem de negócios.

Acompanha o Adren dar alguns passos de distância, não o suficiente para se afastar muito.

_Recentes conquistas de nossa tribo, nos deixou em maus lençois neste maldito deserto de gelo. No momento em que Konietzko ascendeu, a ira dos presas e seu desejo por liderança se tornou uma obcessão de honra.
Tenha cuidado ao ter que lidar com o povo egoista deste lugar.

_Em terras de falcão um corvo sozinho pode se tornar presa fácil, ainda mais quando voa perto demais dos falcoeiros.

Não queria impedir Ethan de seguir seu rumo, mas ele já andou tempo demais por estas terras, sozinho, e já estava fazendo perguntas demais, como Iousef fez.


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Palavra-Melíflua | Sahasrara/Dançarina-da-Teia

Mensagem por Ivan Ilitch em Sab Nov 08, 2014 8:00 pm

Depois de tanto tempo afastado retornar àquele local era como para um leigo, ler um dos Grandes Monstros Sagrados da Literatura, mas sem a sensibilidade necessária para se deixar tocar por aquela genialidade.

Ivan sentia no fundo do seu coração o mais sincero deleite por retornar aos braços de sua mãe... mas sua opressora racionalidade paterna se recusava a deixar que seu espírito lograsse a paz do local...!



Ivan SABIA que sua presença ali colocaria a TODOS, indistintamente, em risco - havia uma parte de si mesmo muito, muito ruim, que ele não podia controlar, e odiaria que ela viesse à tona justamente quando perto daqueles que o acolheram de braços abertos...
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Sahasrara - Ivan - Dançarina-da-Teia - Caern

Mensagem por Sahasrara em Sab Nov 08, 2014 10:48 pm

Ainda no início da caminhada, Sahasrara observa Ivan optar por seguir caminho na frágil forma humana, sendo atormentado por pernilongos mais desenvolvidos que os da cidade, ferindo-se facilmente com galhos e desníveis do solo além de enfrentar um frio muito mais cruel do que nas áreas urbanas. Certamente fazia um bom tempo que aquele garou não se sociabilizava com os de sua espécie.

Meneou a cabeça negativamente, concentrando-se em seguida apenas nos odores e sons, pois além de tudo, se algum humano aventureiro visse um outro homem seguindo dois lobos, ficaria no mínimo intrigado. Mas tudo transcorre em paz e o trio segue a cada passo para as profundezas da floresta. A caminhada é longa e cansativa, e Sahasrara deixa que seu olhar se perca novamente na admiração da Wyld. Observava a copa das longas árvores e a luz de luna que ilumina de forma ímpar o caminho, as folhas, ouve os sons dos morcegos, grilos a vegetação dançando ao sabor do vento.

A perfeita harmonia só é quebrada quando o sentido de dever chama o Theurge para a realidade que vivia naquele momento. Estavam agora, enfim, diante das divisas do Caern e para entrar precisariam apresentar-se. Sahasrara prefere economizar o tempo de todos, e uiva apresentando o trio, de uma só vez: - AAAOOOOOOOOOOOOOWWWWWWWWWWWwww... OOWWWW... OOWWww... (Sahasrara, Theurge, hominídeo e Cliath dos Portadores da Luz Interior, e sua irmã de Tribo, Dançarina da Teia, lupina e Philodox trazem um Uktena Cliath, Galliard, hominídeo chamado de Palavra-Melíflua e pedimos permissão para entrar).
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Palavra-Melíflua | Sahasrara/Dançarina-da-Teia

Mensagem por Ivan Ilitch em Dom Nov 09, 2014 4:47 pm

Por maior que fosse o esforço dos dois lupinos para tentar manter e sustentar a postura sóbria de quem precisa concluir uma missão de importância ímpar, e que reconhece e aceita a necessidade das regras da sua raça, Ivan podia reconhecer com clareza por traz dessa cortina de dissimulações sociais a entrega incondicional dos seus dois irmãos ao propósito que haviam reclamado para si mesmos.



Seu coração sofria por saber que não poderia arrogar esse mesmo propósito para si mesmo, por um motivo muito simples: não poderia honra-lo.
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Re: Seita das Feridas Abertas - Multitribal

Mensagem por Narrador em Sex Nov 14, 2014 5:10 pm

Narração - Ivan - Takashi

Ivan, Takashi e Dançarina da Teia ouvem um Uivo próximo em resposta ao emitido. Era a implacável vigia do caern "Velyo", uma poderosa Fenrir, uma garou de linhagem pura Suéca.

Ela se mostra na forma glabro, mesmo nesta forma sua pulugem sobressaia mais que o normal, misturando seus pelos prateados com o dourado de seu cabelo.

_Então Você é o lobo desgarrado? Ouvi falar sobre você, e te faço a seguinte pergunta: Você fede a wyrm e isso seria o suficiente para esmagá-lo neste instante. Todavia, Vladimir acredita em você e me pediu que o deixasse entrar.
_A última palavra porém é minha e vai depender da resposta que me dará. Vladimir acredita em você, mas você, acredita em você mesmo?

O tom intimidador da vigia local causa arrepios mesmo em Takashi que apenas cumpria com suas obrigações para com a seita, quem dirá em Ivan, que era o receptor das palavras ditas.
O Mijonir da garou cintila devido a luz fraca da lua e estrelas.
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Re: Seita das Feridas Abertas - Multitribal

Mensagem por Odio Profundo em Sex Nov 14, 2014 8:29 pm

"Estava diante de uma velha mulher de tez negra e enrugada."

Diante da figura desconhecida não resta muito ao Garou os etiquetas de visitante...Se apresentar era necessário.

- Saudações irmã, meu nome é Odio Profundo. Presa de Prata da linhagem dos matadores de dragões. Venho oferecer meus préstimos como guerreiro a seita em nome da Rainha Tamara. Gostaria de saber pra quem me apresento...

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Sahasrara - Ivan - Dançarina-da-Teia - Vigia

Mensagem por Sahasrara em Sab Nov 15, 2014 8:49 am

Diferente da cidade, a mata era silenciosa embora também houvessem seus ruídos por toda a parte. Após o uivo, mesmo com o balançar da vegetação e o zumbido de insetos, era perfeitamente perceptível a aproximação de alguém, que logicamente esperavam ser a vigia.

Logo via-se a mata se abrindo, descortinando-se para a apresentação de uma Glabro com hormônios transbordando através de suas características físicas e comportamentais. Era uma Cria de Fenris, irritada e radical como a maioria.

Sahasrara sentiu a ferocidade em suas palavras, notando uma disposição pelo derramamento de sangue. Agora, Ivan estava por sua conta, e se houvesse guerra entre irmãos, preferia abster-se disso. Levantou-se então da postura sentada em que estava após sentir o eriçar de seus pelos e um calafrio provocado pela figura da Vigia, caminhando em seguida no sentido de afastar-se de Ivan, embora continuasse observando o desenrolar da situação.

“_Eu não queria estar na sua pele agora, jovem Uktena. Espero que não resolva usar sua língua ferina novamente...” Pensou, aguardando ansioso pela resposta. Agora assemelhava-se a um lobo que age de forma a esgueirar-se pela mata em direção à presa.
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Re: Seita das Feridas Abertas - Multitribal

Mensagem por Ricardo Rage em Seg Nov 17, 2014 8:25 pm

TURNO - ETHAN


*Ethan escutou Nathanael com atenção*

- Conquistas...Isso é a benção e a maldição de nossa raça. Konietzko terá um trabalho árduo, que tenha sorte! Irei tomar cuidado, e ao mesmo tempo, respeitarei as regras do Círculo de Anciões deste Caern, sem causar problemas. Espero ser respeitado da mesma forma, e se possível, no futuro poder retribuir o favor se caso eu conseguir ajuda aqui.

- Boa sorte...

*Ethan parte sem olhar para trás, percebeu que alí não conseguiria mais nada, e cada um deles tinha que cuidar dos próprios assuntos. não iria ficar devendo para um ancião quem nem sequer é da Céu Noturno*

*O que restava agora era procurar "A Louca". Talvez com ela tivesse mais sorte. Partiu caminhando numa direção qualquer esperando se afastar o máximo possível de Nathanael*


OFF:

Ao se afastar de Nathanael, meu personagem vai ativar o Dom: Sentir a Presa (Nível Dois) enquanto caminha na direção de onde possivelmente estará a "A Louca".
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Ivan - Takashi - Narração

Mensagem por Ivan Ilitch em Ter Nov 18, 2014 12:13 pm

_Se quiser me matar agora, por favor, sinta-se à vontade. Será um favor que me faz...!

_Mas antes saiba que... depois que expulsamos um demônio pela primeira vez e deixamos que ele retorne, na próxima virão 7 demônios, e será 7 vezes mais difícil expulsá-los. E eu já expulsei esse demônio infinitas vezes.

_E para evitar o Mal é preciso conhecê-lo intimamente.

_Então... não preciso dizer nada, EU SEI!!
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Re: Seita das Feridas Abertas - Multitribal

Mensagem por Narrador em Sab Nov 22, 2014 5:07 pm

TODOS

cenas congeladas, fim do prazo de ocorrência dos "interlúdios"

[próximo post Assembléias]
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Re: Seita das Feridas Abertas - Multitribal

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